Flores no céu, flores no chão


(Fotos: Lisbeth Lima) Arquitetura Quando o traço é curvo, flui. Quando é reto, conduz. Quando traço, conduzo. Quando algo em mim flui, me curvo. (Lisbeth Lima, Romã, 2008)
Escrito por Lisbeth Lima às 04h47
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(Foto: Lisbeth Lima) Chegou dezembro!
Escrito por Lisbeth Lima às 07h44
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(Foto: Lisbeth Lima) Um pinhão roxo para mandar para longe o mês de novembro que foi carregado... Que dezembro entre com todos os bons fluidos que estão reservados para nós!!! (E não me considero supersticiosa... mas um pinhão plantado do lado direito da casa... serve ao menos para fotografar!)
Escrito por Lisbeth Lima às 09h37
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(Foto: Lisbeth Lima) A conta gotas O que de bom vem, o que de ruim vai. (Lisbeth Lima, Romã, 2008)
Escrito por Lisbeth Lima às 22h13
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(Foto: Lisbeth Lima) Conclusão Quando a dor do outro passa a ser a nossa dor, é que descobrimos que somos feitos de carne que apodrece. (Lisbeth Lima, Romã, 2008)
Escrito por Lisbeth Lima às 14h38
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(Foto: Lisbeth Lima) Gravidez Teces calada o milagre da vida. Teces calada, com medo de que o falar te confunda o fio, a trama. Respeitas, com o silêncio, o feitio. Enquanto aguardas crescente, o grito da vida do lado de fora. (Lisbeth Lima, Dormência, 2002)
Escrito por Lisbeth Lima às 12h58
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(Foto: Lisbeth Lima) Thé As raspas de laranja no meu biscoito branco lembram-me duas xícaras de chá: a de quando te encontrei e a de quando, de ti, parti. (Lisbeth Lima, Romã, 2008)
Escrito por Lisbeth Lima às 00h17
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(Foto:Lisbeth Lima) Geografia Sei que em algum lugar desta cidade, meu coração tem um espaço no teu e que, no meu coração viajante, o teu não pára para descansar. (Lisbeth Lima, Dormência, 2002)
Escrito por Lisbeth Lima às 23h59
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(Foto: Lisbeth Lima) Conto com a companhia de Barriga, nosso gato, quando escrevo... Às vezes é meu primeiro leitor; outras, somente guardião... Dicotomia Entre o bem e o mal, entre o bem. (Lisbeth Lima, Dormência, 2002)
Escrito por Lisbeth Lima às 00h00
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(Foto: Lisbeth Lima) ROSTOS Rostos falam com olhar É só você observar Rostos de ladrões e de vilões Rostos que são sempre espiões Rostos de amigos, rostos de inimigos Como descobrir o perigo? Rostos que sorriem e que choram Tristeza e felicidade neles moram Rostos pintados por grandes artistas Encantando todas as vistas Rostos observados por crianças Copiados e pintados Articulados! (Poema escrito por Ian, meu sobrinho que tem 10 anos e mora em Recife. Ele leu o poema para mim por telefone e resolvi publicar. Claro que pedi permissão para isso. Todo orgulhoso ele me autorizou a postar aqui. Ah, a amiguinha Letícia também ajudou na feitura do poema. A quatro mãos. A dois corações.)
Escrito por Lisbeth Lima às 00h20
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