Halloween caseiro A festa do Halloween é uma festa celta. As pessoas se fantasiavam e faziam objetos que assustassem os maus espíritos. Hoje em dia é uma festa americana e bem comercial. Nunca gostei muito... Mas os meninos tinham muita vontade de cortar uma abóbora e fazer igual aos desenhos animados... Hoje estive com Miguel no supermercado. Ele vibrou quando viu uma abóbora "igual" a que ele sonhava. Resolvi comprá-la e dar essa alegria aos meninos!!! Nos divertimos bastante também!!! 
Paulo cortou o tampo a partir do desenho que Miguel fez... 
Miguel se interessou em "limpar" a abóbora... 
Gabriel desenhou a "cara"... 
Acendemos uma vela dentro. Espero que os maus espíritos tenham se assustado muuuuuuuuuiiiiiiiiiiiiittttttooooooo!!! (Fotos: Lisbeth Lima)
Escrito por Lisbeth Lima às 21h24
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(Foto: Lisbeth Lima) Aniversário do meu pai. O presente com flores.
Escrito por Lisbeth Lima às 13h59
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(Foto: Lisbeth Lima) Cantadeira Se ela canta, canta lindo, mas eu me espanto. Porque ela não canta de felicidade! Quando ela canta, disfarça com doçura o que sente: foi com seu canto que ela aprendeu a acalentar a alma que chora. (Lisbeth Lima, Romã, 2008)
Escrito por Lisbeth Lima às 08h32
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(Foto: Lisbeth Lima) Desejo Quero me ofertar desta vez com o perfume doce, inevitável, da flor do bogarí na noite aberta. (Lisbeth Lima, Romã, 2008)
Escrito por Lisbeth Lima às 21h53
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(Foto: Lisbeth Lima) O que tenho Quero te dar a sombra, pouca. Sombra de árvore centenária que, depois de pensada morta, reverdece como se nascida ontem. Sombra de nuvem também te dou. Nuvem que passa depressa, mas que se estende, ocupando todo o chão que nela cabe. Por último, te dou a luz: a das três horas da tarde. Aquela que estica, e desacelera, as duas sombras ofertadas. (Lisbeth Lima, Romã, 2008)
Escrito por Lisbeth Lima às 14h05
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(Foto: Lisbeth Lima) Matéria-prima De plástico, nem flores. Do barro, a cor. Do vidro, a transparência. Do gesso, a modelagem. De pedra, a escultura. De carne, o sentimento. (Lisbeth Lima, Felice, 2004)
Escrito por Lisbeth Lima às 10h52
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(Foto: Lisbeth Lima) Tecelã Nossas vidas, tecidas, têm tramas. Tecido de tramas abertas. Amor alinhavado pelo destino. (Lisbeth Lima, Felice, 2004)
Escrito por Lisbeth Lima às 21h32
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(Foto e texto inéditos; Lisbeth Lima, 2009) Art-déco Telhas moldadas à mão, pequeninas telhas, cobrem a casa das bonecas de pano. Na casa que construí para elas são princesas, donas de si, em meio à mobília de cartão dobrado.
Escrito por Lisbeth Lima às 18h30
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(Foto: Lisbeth Lima) Dia De manhã, vejo a luz pela fresta de um olho. No outro, é noite dentro. (Lisbeth Lima, Romã, 2008)
Escrito por Lisbeth Lima às 23h45
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Para Paulo...

(Foto: Lisbeth Lima) Evolução Aqui, sentados, olhando o mar, somos todos iguais, embevecidos ante sua beleza e imensidão. Olhando o mar, somos todos iguais: animais terrestres, saudosos da água. (Lisbeth Lima, Romã, 2008)
Escrito por Lisbeth Lima às 20h09
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(Foto: Lisbeth Lima) Ainda sobre café... Estive na casa de minha irmã, Lisiane, em Recife. Entre outras afinidades, o café é uma paixão que comungamos. Claro que uma boa conversa alimenta esse gosto... O certo é que eu tomei uma xícara pequena e resolvi repetir, como sempre faço. Uma surpresa me aguardava no fundo da xícara...
Escrito por Lisbeth Lima às 23h58
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Na casa de minha avó do Brejo

(Foto: Lisbeth Lima) Café no pé. Fiquei encantada quando vi pela primeira vez... foi na casa de minha avó, Agripina, no Brejo Paraibano. Ela possuía apenas dois pés. Quando eu ia visitá-la corria para ver os pés de café. Bem perto deles havia um pé de pimenta do reino subindo com suas folhas verdes, bem escuras, em forma de coração... achava a minha avó muito rica porque possuía café e pimenta; bananeiras e abacateiros. Porque possuía um quintal.
Escrito por Lisbeth Lima às 21h11
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(Fotos: Lisbeth Lima) Bor-bo-le-ta Borboleta fechada. Borboleta aberta. Esconde-esconde de asas, de cores, de voo, de vida. (Hoje apresentei minha qualificação do doutorado. Penso que estou pronta para o próximo voo!)
Escrito por Lisbeth Lima às 22h34
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Brincando com tipos

(Foto: Lisbeth Lima) Na tipografia de Seu Ademário.
Escrito por Lisbeth Lima às 21h29
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(Foto:Lisbeth Lima) Olho Praia do Cabo Branco: sargaço entrando em narinas acesas. Mirando o baldeado mar, o olho mergulha, sozinho, num poço limpo e fundo de saudade. (Lisbeth Lima, Romã, 2008)
Escrito por Lisbeth Lima às 22h00
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(Foto: Lisbeth Lima) Condição Inauguro-me nas proibições. Estou ficando velho, mas o mundo apresenta-se renovado: nem doce, nem sal, nem fumo, nem álcool. Com o tempo, volto a ser original. (Lisbeth Lima, Romã, 2008)
Escrito por Lisbeth Lima às 21h31
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(Foto: Lisbeth Lima) Ponto de vista Para uns, uma cancela que fechou. Para outros, uma por abrir.
Escrito por Lisbeth Lima às 22h37
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Nosso gato "Barriga" e São Francisco...

(Foto: Lisbeth Lima) Hamster Os gansos de minha avó vigiam como cachorros. Os cachorros de minha avó são mansos como gatos. Os gatos de minha avó não caçam ratos. Porque os ratos de minha avó vivem em gaiolas, como pássaros. (Lisbeth Lima, Dormência, 2002)
Escrito por Lisbeth Lima às 20h44
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(Foto: Lisbeth Lima) Devota Anjos e arcanjos sopraram em seus ouvidos: é hora! Como criança pequena, ciscou. Esfregou, com as duas mãos, olhos encharcados. Depois, lembrou que tudo é azul: um manto! E voou como pássaro adestrado. (Lisbeth Lima, Romã, 2008)
Escrito por Lisbeth Lima às 22h18
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(Foto: Lisbeth Lima) Éden Num quarto de solteiro, dois corpos lentamente se descobrem. Dois corpos se descobrem nus. E o paraíso se instala veloz num pequeno espaço - de tempo. (Lisbeth Lima, Romã, 2008)
Escrito por Lisbeth Lima às 20h53
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(Foto: Lisbeth Lima) Recolhimento Quando entro numa igreja, uma igreja entra em mim. (Lisbeth Lima, Dormência, 2002)
Escrito por Lisbeth Lima às 21h51
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