
Um pau-brasil sangrando no Jardim Botânico do Rio de
Janeiro e um poema de Romã:
Paulatino
A árvore e os filhos
que plantei já sombreiam.
A casa e os livros (como a vida),
a cada dia a sua página,
as suas folhas,
o meu abrigo.
Escrito por Lisbeth Lima às 19h50
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(Foto: Lisbeth Lima)
Presença imponente na Ribeira, o Teatro. Templo das artes em Natal.
Escrito por Lisbeth Lima às 21h42
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Uma semana antes de viajarmos para o Rio, estivemos no sertão de Patos.
Não ficamos na Fazenda Santa Rita, mas demos um passeio até lá. Vimos
que ainda está tudo verde e que os canteiros de Dona Maristela estavam
com muitas flores brancas, pequenos lírios, enfeitando o alpendre.
Escrito por Lisbeth Lima às 22h23
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(Foto: Lisbeth Lima)
Hoje é dia de festa em João Pessoa: festa de Nossa Senhora das Neves, a
padroeira da cidade. A Catedral Metropolitana leva seu nome e foi lá que também
fui batizada, ganhando um nome. A igreja olha para a festa que se estende na rua
em frente.
Escrito por Lisbeth Lima às 12h50
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Acho tão lindo esse cacto lá na casa da Fazenda Santa Rita... há anos
ele está lá e eu nunca havia fotografado. Ele vai crescendo em tufos de
espinhos...
Dó
Na seca de hoje,
nem rio, nem peixe,
nem água.
Na seca de hoje,
sol a pino.
Quentura queimando os miolos.
Sol,
dó,
sol.
Sol lá.
Dó.
(Poema inédito do grupo "Depois de Romã")
Escrito por Lisbeth Lima às 23h44
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